De “felizes para sempre” para “a fila anda”

Lembra daqueles casais que se apaixonavam na adolescência, namoravam e viviam juntos até a velhice? Quantos assim você ainda vê? Era preciso acreditar muito e, principalmente, ter paciência e sabedoria para levar adiante uma relação tão duradoura. Também é possível que não se separassem por pura incapacidade de viver por conta própria, experimentando-se de outras maneiras. A moral mudou, o pensamento mudou e, no geral, as pessoas estão menos românticas e mais pragmáticas. E se a relação começa a derrapar, apresentando conflitos, não se pensa muitas vezes em terminar. Sem tantos ideais, nem muita pressão para continuarem juntos, substitui-se o “felizes para sempre” pela frase “a fila anda”. Mais liberdade e menos compromisso; mais autenticidade e, de certa forma, menos profundidade. Haveria um meio termo? Amor e liberdade podem ou devem coexistir?
Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos.
(agende uma consulta de aconselhamento)

A vida pede mudanças

Para que flua como um rio, a vida pede mudanças. Muitas vezes a necessidade de mudar vem de fora, quer seja no plano profissional ou pessoal, noutras vezes a necessidade é interior. Uma coisa é certa: quando você se acomoda por preguiça, medo ou indecisão perde a possibilidade de viver com tudo a que tem direito, mas, quando tem coragem para mudar, é recompensado por seus méritos.
Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos.
(agende uma consulta de aconselhamento/participe do Grupo de Meditação e Autoconhecimento. Peça informações.)

Em que ponto você está?

Você precisa se conhecer muito bem para saber em que ponto está. O mais comum é avaliar-se equivocadamente. Não se subestime acreditando que não pode ir muito longe, tampouco ache que vale mais do que é. Nada como a verdade. Olhe bem para suas qualidades e defeitos. Reconheça seus talentos. Aceite-se do jeitinho que é, nem mais nem menos. E a partir deste ponto, permita-se expandir. Naturalmente. E quando está no caminho certo, isto é, aquele que a alma aponta, não é necessário fazer muito esforço. Mas como chegar neste ponto? Como entender a linguagem de sua alma, compreender o que ela pede? Meditação e autoconhecimento. Não  há outra maneira!

Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos
(participe do grupo de meditação e autoconhecimento aos sábados, informe-se)

LENDA HINDU (sobre a meditação e o autoconhecimento)

Houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto de sua divindade que Brahma, o Mestre dos Deuses, tomou a decisão de lhes retirar o poder divino: resolveu escondê-lo em um lugar onde seria absolutamente impossível reencontrá-lo. Mas o grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma convocou, então, um conselho dos deuses menores para resolver o problema:
– “Enterremos a divindade do homem na terra” foi a primeira ideia dos deuses.
– “Não, isso não basta, pois o homem vai cavar e encontrá-la”, respondeu Brahma.
Então os deuses retrucaram:
– “Então, joguemos a divindade no fundo dos oceanos”.
Mas Brahma não aceitou a proposta, pois achou que o homem, um dia iria explorar as profundezas dos mares e recuperaria.
Então os deuses menores concluíram:
– “Não sabemos onde escondê-la, pois não existe na terra ou no mar lugar que o homem não possa alcançar um dia”.
Então Brahma, sem saber mais o que fazer, recorreu à sabedoria do Grande Deus Mahadeva, o Senhor Shiva.
– “Eis o que vamos fazer com a divindade do homem, falou Mahadeva: vamos escondê-la nas profundezas dele mesmo, pois é o único lugar onde ele jamais pensará em procurá-la. O único caminho que o tornará capaz de reencontrar este poder, será através de Jñana (Conhecimento). Mas não será tão fácil, ele terá que driblar o poder de Maya (Ilusão) e de Anava (Egoísmo), e para isso, terá que reaprender a controlar a mente e os sentidos, observando a Lei Divina do Karma (Causa e Efeito).
Então Brahma ordenou que fossem criados os primeiros ashrams e as primeiras escolas de yoga e meditação.
Mas mesmo assim, conclui a lenda, o homem continua dando voltas na terra, voando, explorando, escalando, mergulhando e cavando, em busca de algo que se encontra dentro dele mesmo.
Namastê!
PARTICIPE DO GRUPO DE MEDITAÇÃO E AUTOCONHECIMENTO AOS SÁBADOS EM SÃO PAULO. Saiba mais em falecomsevaian@gmail.com / 11 98383 9305 ou aqui mesmo in box.

A alma exige crescimento

Uma coisa é você criticar ou outros, outra é olhar para si mesmo. Uma coisa é dizer que vai fazer algo, outra coisa é realmente fazer. Você pode achar que merece, aliás, todos nós merecemos. Mas, se não tiver uma ação no mesmo sentido do seu desejo, nada feito, não vai conseguir. E se conseguir de forma ilícita, vai perder. O Brasil é recordista mundial em cesarianas. Desde o nascimento, vamos nos acostumando em não nos esforçar, quando a natureza, que é sábia, pede que o façamos. Convivemos com a cultura do que é mais fácil, do que vem pronto. Assim, a preguiça prevalece. Pena que a alma não admite tantos atalhos e, mais cedo ou mais tarde, exige e cobra que a gente cresça.
Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos.
(agende uma consulta ou participe do grupo de meditação e autoconhecimento)

Meditação e autoconhecimento

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Em que mundo você vive?

Num mundo cor de rosa, vermelho, verde ou amarelo? Acha que tudo deve acontecer da forma que você quer? Ou vive num conto de fadas, esperando que alguém o vá salvar? Em que mundo você vive? Acha que a sorte grande vai cair do céu? Ainda acredita que existem as pessoas boas e outras que são más? Em que mundo você vive? Quer vencer sem fazer esforço? Conquistar sem arriscar? Amar sem sabedoria? Em que mundo você vive? Na gaiola de ouro? Na zona de conforto? No mundo da preguiça? Ou no medo de crescer? No pequeno e cômodo mundo não é possível desenvolver seus plenos direitos de ser!
Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos.
(agende uma consulta; participe do Grupo de Autoconhecimento)
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Dá para ser feliz sem autoconhecimento?

É bem difícil, pois a vida exige que estejamos bem atentos a tudo o que acontece fora e dentro de nós. No geral, as relações tendem a reproduzir muitas neuroses e se não soubermos identificá-las, o que deveria fluir naturalmente, se complica.
O que fazer então? Como ficar mais consciente do nosso próprio comportamento e dos outros?
Como nem todo mundo tem condições para fazer uma boa terapia individual, eu criei o Grupo de Autoconhecimento, com encontros semanais, com preço bem acessível. Já estamos com um grupo completo às terças, e agora estamos criando um novo grupo, às segundas, das 19:30 às 21 horas.
Nestes grupos praticamos a meditação, interpretamos os sonhos e nos dedicamos a aprender mais sobre a maneira com que nos relacionamos com a gente mesmo e com os outros.
O valor é bem acessível, de 300,00 por mês. Os encontros são presenciais e são realizados na Bela Bela Vista – São Paulo.
Quer participar? Peça mais informações no 11 98383 9305 ou em falecomsavian@gmail.com.
Bem-vindo(a)!

Aqui ninguém é santo!

Uma coisa é a maneira como você se apresenta aos outros, outra coisa, é quem você realmente é. Na insistência em denunciar o mal dos outros, você não reconhece que ele também pode estar dentro de si. Quer dizer, aqui, ninguém é santo. Somente com muita humildade e um intenso trabalho de autoconhecimento é que nos damos conta de nossas qualidades e defeitos. Todo mundo tem um lado bom e outro ruim. É certo que alguns pendem mais para um lado que para o outro. E, se você está sempre acusando, sempre irado com a maldade alheia, perde seu tempo, que poderia dedicar à consciência de si. Isto é inteligência emocional. Isto é o que precisamos para nos relacionar com mais decência e sabedoria.
Sergio Savian – psicanalista especializado em relacionamentos
(agende uma consulta; participe do grupo de autoconhecimento)

Não é à toa que você esquece!

Segundo Freud o esquecimento é determinado por um objetivo inconsciente e sempre permite que se deduzam as intenções secretas da pessoa que esquece.
Sergio Savian – psicanalista clínico
(agende uma consulta ou participe do grupo de autoconhecimento)
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